Como mudar sua mente para atingir seus objetivos

Como mudar sua menteNosso consciente é apenas a ponta do iceberg. Todas as nossas atitudes e formas de pensar advêm do subconsciente. É como se tivéssemos arquivos em nossa mente e sempre que surge alguma situação, nossos pensamentos buscam nestes arquivos as respostas sobre como devemos agir.

Precisamos aprender a assumir o comando de nossas vidas e não deixar que o subconsciente nos faça reagir a certas circunstâncias, ou tomar certas decisões, de acordo com as informações que foram passadas a ele por pessoas com quem convivemos por longos períodos. Precisamos agir conscientemente e não como se fossemos robôs programados.

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Vou neste artigo, dizer como fiz para mudar minha mente e creio que pode funcionar para você também. Inicialmente é preciso que você compreenda que existe uma grande diferença entre as pessoas, em relação à sua forma de pensar, quando estão em busca de alguma coisa. Uma pessoa que recebeu muitos nãos durante sua vida, tendo muitas frustrações, tenderá a pensar “menos” positivo que uma pessoa que recebeu “poucos” nãos e para a maioria de seus desejos, durante sua vida, obteve satisfação.

No segundo caso, para grande parte das situações, esta pessoa vai pensar positivo espontaneamente, e, devido sua história de vida, ao surgir algum problema que possa atrapalhar sua busca, vai pensar: “é claro que vai dar certo, tudo sempre deu certo para mim”.

Já no primeiro caso, por mais que a pessoa queira acreditar, no fundo não acreditará, pois recebeu muitos nãos em sua vida e não obteve satisfação para a maioria de seus desejos. Assim, sua mente passou a acreditar menos na possibilidade de satisfazer seus desejos no presente. Ao surgir algum problema quando está empenhada em buscar algo, vai pensar: “talvez não dê certo, pois para mim as coisas nunca dão certo”. Mesmo que com palavras queira se convencer de que vai dar certo, em seu pensamento haverá dúvidas.

Você já deve ter lido em algum lugar ou ouvido alguém falar para você sempre pensar positivo. Mas você dificilmente encontrará pessoas lhe mostrando como pensar positivo, pois, pensar positivo, para funcionar de verdade, não pode ser um pensamento forçado, mas espontâneo. É preciso acreditar realmente.

Para você mudar sua mente e passar a pensar positivo espontaneamente, é essencial que primeiramente se conscientize sobre como está sua mentalidade quando você busca alcançar alguma coisa. Está mais para positiva ou negativa? Para que ocorra a mudança é preciso que você reconheça que no estado em que se encontra sua mentalidade, caso seja mais para negativa, não será possível conquistar o que você deseja.

Quando ocorreu o meu “insight” e decidi montar três restaurantes, construir uma casa de dois andares com piscina e comprar dois carros, num prazo de dez anos, cheguei à conclusão de que não conseguiria atingir este objetivo se não mudasse minha mente. Naquela época eu era negativo. Olhava para mim e pensava que não obteria sucesso em meus planos. Até que decidi que precisava mudar minha mente.

Primeiramente pensei nos principais bloqueios que existiam em minha vida. Concluí que estavam relacionados às frustrações que tive em minha infância e adolescência e estavam ligados aos seguintes setores: segurança financeira, vida afetiva e vida social. Decidi que antes de quebrar esses bloqueios na vida real, deveria quebrá-los em meus sonhos.

Eu acreditei que ao quebrar estes bloqueios em meus sonhos, estaria mudando meu subconsciente, o qual passaria a acreditar que poderia quebrá-los também na realidade. Naquela época tinha sonhos em que era pobre e solitário. Então resolvi passar a ter sonhos em que era rico, tinha uma família feliz e estava sempre rodeado de amigos.

Vou falar um pouco sobre minha vida antes de atingir meu sucesso profissional e financeiro, para que você entenda o porquê destes bloqueios.

Minha família era humilde e numerosa. Eu tinha uma irmã e dois irmãos mais novos e cinco irmãs e dois irmãos mais velhos. Não era nada fácil para meu pai sustentar uma família tão grande sozinho. Muitas coisas relacionadas à falta de dinheiro marcaram minha infância e adolescência. Quando criança, antes de entrar na escola, algumas vezes, após passar a tarde toda brincando, entrava em casa com fome e perguntando se o jantar estava pronto.

Não havia luz elétrica em casa naquela época, devido ao fato de que o terreno onde foi construída nossa casa fazia parte de um loteamento recém criado em um local afastado do centro da cidade, em que a rede elétrica ainda não havia chegado. Mas alguns anos depois a energia elétrica chegou até nossa casa. Obviamente, pela falta de energia elétrica, também não tinha televisão.

Como estava dizendo, entrava e perguntava se o jantar estava pronto. Então, via minha mãe sentada à beira de um fogão à lenha, conversando com minhas irmãs mais velhas. Eu falava para minha mãe que estava com fome. Então ela dizia para esperar um pouco.

Eu não questionava e ia acompanhar meus irmãos mais velhos em suas atividades, as quais consistiam em coletar água em um poço – os serviços de água e esgoto também não haviam chegado – e molhar as hortaliças que eram plantadas na horta. Cortar lenha e recolher para a cozinha, bem como guardar no porão ferramentas e outras coisas que foram espalhadas pelo quintal durante o dia, também eram tarefas dos meus irmãos em que eu auxiliava.

Estas atividades eram realizadas antes de todos entrarem para tomar banho, jantar e ir dormir, sendo que o banho era em uma grande bacia de alumínio, na qual minha mãe colocava água morna, nos dava um sabonete e nos deixava a vontade; um de cada vez, é claro; o que para mim era mais um momento de brincadeira.

Ao ajudar meus irmãos da forma que podia, pois eu ainda era muito pequeno, eles me contavam que havia acabado praticamente toda a alimentação e meu pai teria saído tentar comprar comida em alguma mercearia para pagar quando recebesse seu salário no final do mês, quando então poderia fazer uma compra grande para o mês todo. Sempre dava tudo certo.

Meu pai chegava com as compras e minha mãe e minhas irmãs preparavam o jantar. Nunca chegou a faltar comida, pelo menos o básico, mas houve dias em que meu pai passou por alguns apuros para manter um padrão razoável de alimentação à família, pois como funcionário público em início de carreira, ainda percebia um salário pouco significativo.

Com esta falta de recursos financeiros, muitas vezes tive vontade de comer algumas guloseimas que as crianças adoram e meus pais não tinham dinheiro para comprar. Tive vontade de ter bonitos brinquedos e não os tive por falta de dinheiro. Só ganhava um bom brinquedo no Natal, o qual era dado por um Papai Noel na empresa em que meu pai trabalhava. Não ter bons brinquedos para mim não era problema, nem motivo de tristeza, pois inventava diversos brinquedos com os recursos disponíveis a minha volta, como pipas, arco e flecha, carrinho de rolamento, entre outros. Mas os brinquedos que ganhava no Natal eram especiais.

Quando entrei na escola, surge o desejo por materiais escolares mais sofisticados, mas tinha de me contentar com os mais básicos que meus pais podiam comprar e com os doados pela escola.

Na adolescência teve início o desejo por roupas bonitas e dinheiro para me divertir. Mais uma vez os recursos financeiros de meus pais não podiam satisfazer estes desejos, mesmo porque, na minha mente, nem era obrigação dos meus pais bancarem estas coisas para mim, pois sempre tive a vontade de ser independente desde muito jovem.

Aos quatorze anos terminei o ginásio e iniciei o segundo grau, pois entrei na escola antes da idade convencional. Agora já podia estudar à noite e trabalhar de dia. O dinheiro que ganhava em trabalhos humildes, apesar de pouco, me promovia alguma satisfação. Podia comprar roupas melhores e sobrava algum dinheiro para me divertir no final de semana.

Depois de terminar o segundo grau, consegui empregos melhores e entrei no exército, aumentando meus rendimentos consideravelmente em relação a meus empregos anteriores.

Mas as privações que tive durante minha infância e adolescência causaram em mim uma espécie de busca por compensação e me levavam a gastar todo o dinheiro que ganhava, ao ponto em que próximo ao final do mês já estava totalmente sem dinheiro e com muitas contas para pagar, apesar de ganhar razoavelmente bem. Isso também acontecia com meu pai. Ao final do mês ele estava sempre sem dinheiro e pedia ajuda aos filhos adultos. Então, de certa forma, o que ocorria com meu pai ficou gravado em minha mente, me levando a agir da mesma forma.

Fiquei nesta por quatro anos enquanto estava no exército. Ao sair, meus rendimentos foram reduzidos significativamente. Trabalhei em algumas empresas por um tempo até que, como já falei, decidi “buscar uma vida melhor em uma cidade do litoral de Santa Catarina”.

Tudo isso fez com que minha mente ficasse acostumada com a falta de dinheiro, como se fosse algo normal passar por privações e por outro lado, me levava a gastar todo o dinheiro que ganhava, não formando reservas para investir em algum negócio que pudesse mudar minha realidade.

Para satisfazer meu desejo por segurança financeira estipulei um objetivo bastante audacioso para quem vivia uma realidade muito distante da vislumbrada, caso o objetivo fosse atingido.

Depois que você estipular seus objetivos e estes forem grandes projetos, com certeza, por vezes você vai se pegar pensando que não vai conseguir. Isso é normal, pois sua mente não estará preparada para isso, mas você terá que moldar sua mente. As primeiras mudanças têm que ocorrer no seu interior, para que após, sejam realizadas as mudanças externas, as mudanças na realidade. O que funcionou para mim foi interpretar meus sonhos positivamente.

A cada sonho que você tiver e achar que tem algum significado, interprete você mesmo. Caso sua mente tenha dúvidas sobre se você vai ou não conseguir realizar seu projeto, com certeza, a primeira interpretação espontânea que você fizer será negativa. Então caberá a você refutar esta primeira interpretação que seu subconsciente propôs e realizar sua interpretação positiva. Procure um significado positivo para seu sonho e reverta aquilo que seu subconsciente sugeriu. Acredito que nossos sonhos estejam todos relacionados ao que pensamos. Haverá alguns sonhos que não terão importância. Refletem apenas fatos corriqueiros do dia-a-dia ou lembranças da infância. Mas existem sonhos que marcam e temos que dar importância. São estes sonhos que você deverá interpretar ao seu favor.

Como exemplo, um dia sonhei que estava andando na rua e no meio de um monte de lixo encontrei alguns sanduíches em bom estado. Peguei estes sanduíches e fui para o carro comê-los. Quando entrei, o carro estava todo sujo de terra e mato, como se alguém tivesse limpado uma horta e jogado o mato dentro do carro. Mesmo assim entrei, sentei na frente, no banco destinado ao passageiro e comecei a comer. Então entra uma mulher, senta-se à frente do volante e diz para eu levá-la até certo lugar. Respondi dizendo “só um momento”, comi os sanduíches, liguei o carro mesmo estando no lado do passageiro e arranquei. A primeira interpretação espontânea, se minha mente não estivesse programada para ter apenas pensamentos positivos, seria a de que eu comeria mal, pois não teria dinheiro nem pra comprar comida e ainda teria que receber ordens de outras pessoas. Como pensava positivo, interpretei como tendo capacidade de encontrar coisas boas onde a tendência é ter coisas ruins e estar no comando – pois mandei a mulher esperar, liguei e arranquei o carro, mesmo estando no lado do passageiro – mesmo quando a situação é adversa.

Por diversas vezes, enquanto iniciava a concretização de meus projetos, tive sonhos negativos. Sonhava que estava em certos lugares, e ao sair, achava que encontraria um lindo carro me aguardando. Mas quando chegava ao estacionamento era um carro velho o qual quebrava no meio do caminho. Por outras vezes sonhava que estava em restaurantes e quando chegava a hora de pagar a conta, imaginava que retiraria do bolso fardinhos de dinheiro, mas acabava não podendo pagar a conta. Eram sonhos frustrantes. Mas sempre busquei uma interpretação positiva, por mais que estes sonhos parecessem negativos, até que passei a ter sonhos positivos. No entanto, mesmo assim, meu subconsciente ainda tentava me fazer desistir.

Em uma destas tentativas sonhei que era uma pessoa influente na sociedade. Tinha muitos bens. Andava pelas minhas empresas coletando dinheiro. Havia diversas pessoas que trabalhavam para mim. Quando chegava a certos lugares era reconhecido e admirado. Apanhava fardinhos de dinheiro do bolso para ajudar outras pessoas. Comprava o que queria, até prédios enormes quando os achava bonitos, durante os passeios que fazia. Enfim, tinha atingido o sucesso profissional, financeiro e pessoal tão desejados. Mas em certo momento, no final do sonho, estava reunido com pessoas que trabalhavam para mim. Estávamos conversando, até que apareceram dois homens. Um ficou mais afastado e o outro se aproximou com uma pasta e disse: você quer ter sucesso? O que tenho aqui é infalível! Então respondi: Para com isso! Já li diversos livros e sei que não existem fórmulas mágicas para o sucesso. Mas deixe-me ver o que você tem. No entanto ele não quis mostrar. Fiquei bravo e falei que as pessoas que estavam ali poderiam tomar a pasta dele e entregá-la para mim. Insisti que mostrasse, mas ele parecia relutante. Até que o outro homem que estava mais distante se aproximou e disse: – Tudo bem, vou te entregar! Dá-me aqui sua mão! Então este homem segurou minha mão e colocou sobre ela, sem que houvesse tempo para argumentação, algo parecido com uma pílula. Esta pílula grudou na minha mão e foi instantaneamente absorvida pela minha pele. Assustado, segurei o homem pela roupa e mandei tirar aquilo da minha mão. O outro homem foi se afastando. Então gritei às pessoas que trabalhavam para mim que segurassem aquele homem que estava fugindo. Neste momento percebi que todos à minha volta só estavam fazendo de conta que trabalhavam para mim. Na verdade era apenas um conluio para que aqueles homens pudessem colocar aquele objeto estranho na minha mão. Neste momento acordei assustado e confuso.

Era meu subconsciente tentando me fazer desistir de meu projeto ambicioso. Era como se estivesse dizendo: está vendo, ter muito dinheiro vai acabar te levando a ruína. Desista! A partir daquele dia não tive mais sonhos negativos, por que interpretei favoravelmente aquele sonho. Interpretei como um aviso de que futuramente ganharia muito dinheiro e aquilo foi um alerta para eu não ser ganancioso. No sonho já tinha tudo e ainda assim queria mais. Interpretei como uma mensagem de que as pessoas que trabalhariam para mim não deveriam fazê-lo apenas pelo dinheiro. Seria preciso algo mais. Algo não material, mas humano, caso contrário haveria sempre pessoas querendo me enganar e teria de estar sempre atento, o que tiraria minha paz.

Também tive um sonho interessante na época em que morava sozinho na kitnet. Sonhei que estava na casa de meus pais. O sonho tem início quando entro pelo portão da frente e tendo consciência de que estava sonhando. Vi minha família muito feliz. Meus pais e irmãs mais velhas conversavam na varanda. Vi meus três irmãos. Um estava no porão e não pude notar exatamente o que fazia; outro cuidava de sua roupa e o terceiro estava na horta. Uma das minhas irmãs preparava fritas e outra estava no jardim. Disse a eles que estávamos no mundo dos sonhos. Tudo aquilo não era real. Duvidaram de mim. Falei que como prova poderia fazer o que quisesse. Comecei a voar para que acreditassem. Acreditaram e passaram a voar também. Estavam todos felizes. Olhava ao redor e era tudo muito bonito – lindos jardins, árvores frutíferas, belos animais.

Observava meu irmão mais novo brincando com os animais e por vezes o chamava para experimentar frutas deliciosas das árvores. Contudo uma das minhas irmãs, apesar de tudo que via não acreditava. Então perguntei o que teria que fazer para que acreditasse em mim. Quer dinheiro? Tenho aqui no bolso quanto você quiser! Ela disse que pouca coisa não resolveria. Falei para meu irmão mais novo ir até um arbusto que estava próximo a nós e apanhasse uma bolsa. Nela havia muito dinheiro. Meus outros irmãos não deram importância a esta bolsa e nem eu, pois tudo que precisávamos estava ao alcance de nossas mãos e se quisessem mais alguma coisa era só imaginar que aconteceria.

Ela pegou a bolsa e foi até a frente da casa. Pegou carona com um carro que passava e foi embora. Fiquei imaginando aonde iria. Possivelmente gastar o dinheiro. Fiquei preocupado e pensei que poderia ser assaltada e comentei com meu pai. Neste momento acordei. Interpretei como já preparado para atingir meus objetivos. No entanto teria que ajudar outras pessoas a conseguir o que desejassem. Ou seja, teria que fazer algo pela minha família e pela sociedade.

Com o passar do tempo tive diversos sonhos e sempre procurei interpretá-los positivamente, sendo que em alguns deles tinha o poder de controlá-los. Somente um longo tempo mais tarde, quando conversava sobre estes sonhos com um amigo, ele me disse que se tratava de sonhos lúcidos.

Sonhos lúcidos ocorrem quando temos a percepção consciente de que estamos sonhando e temos a capacidade de controlar nossas ações e o desenrolar do conteúdo do sonho. Ou seja, é a capacidade de sonhar e saber que se está sonhando.

O sonho mais significativo foi o qual após interpretá-lo, foram embora todas as minhas dúvidas em relação à possibilidade de realizar meus projetos. Ou seja, a partir deste sonho não houve mais dúvidas de que conseguiria atingir os meus objetivos.

Sonhei que estava em uma praia e havia diversas mesas e sobre estas mesas comida para comemorar um casamento. No entanto, os convidados demoravam a aparecer. Até que um senhor surgiu e disse que os convidados não viriam, pois estavam se dirigindo para outra festa.

Então eu disse para a anfitriã que se fosse eu quem tivesse preparado a refeição, isto não teria acontecido. Saí e comecei a andar mais adiante naquela praia e observei que havia diversas pessoas fazendo piqueniques. Pensei então que naquele lugar, por mais pobre que uma pessoa fosse, não teria dificuldades em encontrar alimentos, pois poderia pedir e com certeza ganharia de alguém um pouco de comida, tamanha era a abundância ali encontrada.

Após, decidi ir ao local onde os convidados da festa de casamento preferiram ir. Na frente do lugar da festa encontrei um antigo amigo que há muito tempo não o via. A festa era no terraço de um prédio de dois andares. Meu amigo disse que deveríamos pegar o elevador, mas falei que poderíamos subir voando. Ele não acreditou, mas quando comecei a voar falei que ele poderia fazer o mesmo. Ele acreditou e foi comigo voando até o terraço. Lá as pessoas já estavam acomodadas em suas mesas. Encontrei uma mesa para meu amigo e eu. Sentamos, e ao invés de ir ao buffet ou pedir algo ao garçom, apenas imaginávamos o que queríamos e as coisas surgiam na mesa.

Então resolvemos ir mais além, imaginando coisas maiores. Combinamos de nos encontrar em outro lugar. Pensei em algum lugar que nós dois conhecêssemos. Combinamos de nos encontrar na cantina do colégio onde estudávamos quando crianças. E num piscar de olhos aparecemos de terno e gravata, conforme havíamos imaginado. De repente apareceu um segurança e queria me agredir. Então imaginei uma espécie de grade entre eu e o segurança e a partir daí ele não podia mais me tocar. Imaginei esta grade prendendo o segurança. No entanto perdi o controle sobre o que estava fazendo e esta grade estava machucando o segurança. Fiquei com medo e resolvi acordar daquele sonho.

Ao dormir novamente sonhei que estava na casa de meus pais e podia entortar colheres com o poder da mente. Então, além de entortar colheres comecei a brincar com minha irmã, entortando as canetas que ela segurava tentando escrever. Por isso ela tentou me agredir e imaginei uma redoma de vidro em minha volta, na qual ela batia e não podia me tocar. Mas perdi o controle sobre esta redoma que eu mesmo criei. A redoma estava começando a me sufocar. Novamente fiquei com medo e resolvi acordar.

Dormindo novamente, sonhei que uma voz, a qual não pude identificar de quem era, me dizia: “colocar uma redoma para te proteger de sua própria família. Cuidado com o que você deseja”. Ao acordar novamente fiquei pensando qual o sentido daquilo tudo.

Interpretei este sonho como tendo capacidade de satisfazer todos os meus desejos no futuro. Embora que naquele momento da minha vida era apenas através de sonhos, para mim significava que meu subconsciente estava mudado, pois daquele dia em diante não tive mais sonhos frustrastes.

Quando você iniciar seus projetos, é possível que a princípio você interprete negativamente seus sonhos. Mas é a reversão desta interpretação, o exercício diário de mudar o pensamento inicial que vai moldar seu subconsciente, fazendo-o trabalhar a seu favor. Com o tempo e prática constante, qualquer sonho que você tiver, por mais negativo que possa parecer, espontaneamente sua interpretação será positiva. Quando isso acontecer, você terá conseguido mudar sua mente, e com certeza terá êxito em seus objetivos. Lembre-se sempre: quando o sonho é seu você pode dar a ele o significado que desejar.

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